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3RNST

@loveletterexe

Ada Sokół

Albert Bayona

Alexandre Limarev

Alice Granada

Aline Fátima

Alonso Cedillo

Amanda Îaûara Ka'aeté

Anais Panaguis

Andrew Reach

Andrey Koens

Angelina Voskopoulou

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Antonello Matarazzo

Apolinário

3RNST_

3º Salazar Rodríguez

Para acesso completo ao efeito abra o link no instagram:  https://www.instagram.com/ar/722342074994046/

3RNST_ Equador

Meu trabalho parte de uma reflexão sobre a formação do indivíduo e sua identidade, mediada de forma ubíqua pelas novas tecnologias de comunicação e enfatizando grupos identitários minoritários, que se instalam em espaços virtuais como espaços soberanos em constante modificação. Aspiro apontar esses novos lugares como possibilidades de encontros, afetos e afirmações. Em minha pesquisa artística, passei por codificação e digitalização do corpo para dar conta de uma situação atual de identidade enriquecida através da Realidade Aumentada, noção entendida como todo tipo de extensões e relações digitais/tecnológicas com o corpo, identidade, tempo e espaço. Dentro do mesmo campo, interessa-me o crescimento da recolha e complexidade da informação digital na internet como processo de formação de dados, que defino como uma situação em que existem as condições necessárias para que uma inteligência artificial seja capaz de criar o seu própria versão do mundo (como manipulação da linguagem) da rede.Meus interesses estão circunscritos na ficção especulativa e na reflexão sobre a apropriação da tecnologia, por isso me especializo no uso de modelagem tridimensional, impressão 3D, realidade aumentada e experiências de realidade virtual , vídeo gerado digitalmente, programação, intervenção do dispositivo. tecnologia e recursos multimídia.
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ERRADO | 2020

Estou querendo saber como ver o que meu dispositivo está capturando sobre meu entorno e comportamentos, uma vez que percebi que minha smartband faz uma contagem errada de passos, quando estou sentado ou em pé, mas usando vários itens da minha casa, desde o nosso confinamento atual. Estou aproveitando os aplicativos de digitalização 3D e sensores biométricos incorporados nos dispositivos que carrego para recriar minha realidade do ponto de vista do meu telefone e colocar essa composição virtual em uma conta do Instagram. Este projeto está sendo carregado em: instagram.com/malconteo

 

Loveletterexe_

Loveletter.exe_

Loveletterexe | Internet based

Loveletter.exe é  um virus anexado como uma carta de amor em emails que foi propagado ao redor do mundo em poucos minutos nos anos 2000 e hoje vive espalhado pelas redes.

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Imaginary Cities | 2021 | pintura digital

Grau Zero da Imagem | 2022| filme aberto

Grau Zero da Imagem é um filme em processo, que fala sobre o processo de construção do nosso olhar em meio à transição de uma sociedade disciplinar para uma sociedade de controle. Baseado em Pobre Imagem de Hito Steyerl, este filme vai na contramão do discurso tecnocientífico de alta resolução tecnológica e busca lacunas poéticas, erros, falhas, a "imagem suja" e processos descoloniais que escapam à pura técnica que molda nosso olhar das sociedades tecnocientíficas.

Alice Granada_ Brasil

Alice Granada

Alice Granada é curadora convidada especial desta edição da The Wrong Biennale e criou a curadoria: "It's a Digital World But Someone's Still Gotta Cook Lunch". Alice Granada é curadora do canal @artes.alheias no instagram, fotógrafa amadora, advogada especializada em questões digitais e mestranda da Universidade de São Paulo.
LOCAL


TRANSCURADORIA:
É um mundo digital, mas alguém ainda precisa cozinhar o almoço

Aline Fátima_

​Aline Fátima | Brasil
 
Aline Fátima é uma artista brasileira que trabalha em diversas plataformas e linguagens. É cineasta, performer, produtora cultural e escritora cujas pesquisas envolvem culturas negras urbanas contemporâneas e tradicionais, mitologias, samba e imaginário periférico, e fissuras entre o sagrado e o profano.

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Neomedusa vai bailar | 2021
 
Na virada de 2020 para 2021, o Brasil já tinha mais de 200.000 mortes causadas pela COVID 19. No entanto, houve aglomerações em todo o país, inclusive na periferia, mas não só lá. "Neomedusa vai bailar" foi uma apresentação realizada em Guaianases, na periferia de São Paulo, no tradicional baile (ainda antes da pandemia) na Rua do Meio.
A persona Neomedusa, alter-ego-entidade-estética da artista Aline Fátima, chega a esse ambiente para dançar e causar estranhamento e ruptura de padrão a partir de sua dança (discordante, porém, "diálogo") e de sua aparência.
A performance “in loco” foi gravada em vídeo e transformada em obra audiovisual. O som ambiente foi mantido porque o artista se interessou por toda expressão estética (musical, corporal, etc.) que emana das danças e dos fluxos quebradas.
"Neomedusa vai bailar" é uma crítica à hipocrisia que criminaliza a juventude periférica, mas absolve as elites e o Estado ausente, indiferente às mazelas sociais. Uma crítica dançada da necropolítica que rege nossos tempos e um elogio à fonte inesgotável da cultura periférica. A pergunta que dá o tom da performance é "o que pode fazer um corpo dançante periférico?"
Atenção: Este vídeo contém luzes, sons e efeitos que podem representar um risco para pessoas com histórico de convulsões.
 
Ficha de dados:
concepção, direção, montagem e performance: Aline Fátima
fotografia: Alline Bianca
Produção: Analu Maciel
suporte de produção: Carl J e Victoria Oliveira
 
VIDA PIXO | 2021
 
Graffiti, com “ch”, é uma palavra que descreve todo ato de vandalismo em prédios públicos ou privados com “rabiscos e outros escritos”. É um crime sujeito a multa e prisão. Mas foi na cidade de São Paulo que, há aproximadamente 30 anos, surgiu um movimento de protesto e crítica social – muitas vezes confundido apenas com rebelião – chamado pixação, com um “x”. Compostos, em sua notável maioria, por jovens da periferia da metrópole, configuram-se em grupos (ou equipes) que disputam espaços nos prédios e fachadas, nos quais deixam suas marcas por meio de spray e letras características. A especificidade de cada tipografia, a atuação corporal em escalar prédios altos, arriscar a vida (e muitas vezes perdê-la), o conteúdo de contestação do status quo social, entre outras características, deram ao grafite o caráter de movimento cultural (ou contracultural). . , se você preferir). Atualmente é considerada uma expressão artística dentro de academias, museus e galerias de arte.
A obra é um registro audiovisual de um prédio localizado na Cidade Tiradentes, bairro do extremo leste da cidade, onde a artista que fez sua vida e cresceu até hoje. Ninguém do bairro pode dizer com certeza o que funciona lá, uns dizem que é a Sabesp, outros que é uma empresa de telefonia. Apesar de bem conservado e pouco frequentado, sabe-se que é um local ativo, algo se realiza ali. E, apesar de ser “habitada”, há anos tem enormes grafites em sua fachada que podem ser vistos de longe. A partir do acervo de frases e nomenclaturas presentes nesses grafites, a artista Aline Fátima construiu um roteiro imagético e poético para criticar o assunto e as gritantes desigualdades sociais que constituem o Brasil desde o período colonial (que perdura até hoje). Para isso, cria jogos de palavras, que, assim como no graffiti, tornam-se a matéria-prima visual da expressão. O prédio da instituição desconhecida é um intruso na quebrada, os grafites revelam isso.
Projetar um prédio com pichações em outros espaços (paredes, casas etc.) No entanto, na pandemia contemporânea, todas as fronteiras foram borradas, apagadas e estão sendo (e devem continuar sendo) reconstruídas com um novo olhar, refletindo a compreensão do que é público, do que é privado e o papel do sujeito na manutenção ou transformação do coletivo.
 
Ficha de dados:
Roteiro, fotografia e edição: Aline Fátima
Trilha sonora original: Aline Fátima
Narração: Aline Fátima

Andrey Koens_ Brasil

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